|
Meu Perfil |
Nome: Aliny Cristhina|
Link-me |

|
Meu Award |

|
Quem eu Linko |
» Ane
» Cantinho da Felicidade
» Casinha das Gifs
» Carolina & Luiza
» Mario Neves
» Nadjinha
» Rafa Vieira
» Taty
» Tetê
» Cantinho da Nanda
|
Bauzinho de Mimos |
|
Meu Mascote |

|
Curta o Som |
|
Reflexão |
|
Links Úteis |
|
Créditos |
|
Passado |
|
Estatísticas |
|
Layout By... |
Terça-feira, Maio 15, 2012
O luto e as tintas
O que foi dito, foi dito e ponto final.
O que foi feito, está feito e não tem jeito.
O que passou, passou e não volta mais.
Tudo tão simples não é?
Não! Não é.
Para quem vive uma situação de arrependimento,
para quem está passando por uma dor profunda causada por uma perda,
nada é simples, nada é claro.
Por isso, quando quiser ajudar,
ou sair de uma fase assim, viva o seu luto.
Ou seja, chore, arranque os cabelos, xingue,
grite, proteste, fique sem comer, desabafe,
mas faça tudo com emoção verdadeira,
com lágrimas de sangue, sem dó de ninguém,nem de você.
O único cuidado que você deverá tomar é com o tempo.
O seu luto não deve passar de 7 dias.
Não estou falando de esquecimento.
Certas pessoas e fatos não deveram esquecer.
Estou falando da intensidade da dor.
Eu te garanto que tem gente de luto a mais de 10 anos.
Tem gente que já nasceu de luto.
Tem gente que você olha para a cara e vê o luto.
Outras que só se aproximam para deixar você de luto.
Não se prenda ao passado que não volta!
No arrependimento que não conserta, na esperança vazia do que não vai acontecer.
Pegue a sua malinha de dores e jogue no rio
(com uma pedra pesada dentro).
O que resta para nós todos os dias, é apenas o dia de hoje.
Pegue o seu dia e construa o seu futuro agora.
Ele vai ter a cor, o sabor e as alegrias que você desejar já.
Qual será a cor da sua vida amanhã?
É só olhar para as cores que você está pintando hoje.
Espero que seja com aquarela amarela, cheia de cores lindas.
Porque cinza já basta a minha meia antiga...
Viva o seu dia!
Viva você!
(Paulo Roberto Gaefke)


Quarta-feira, Maio 09, 2012
O FEIXE DE LENHA
Conta-se que um próspero fazendeiro, dono de muitas propriedades, estava gravemente enfermo.
Mas, muito mais que sua doença, o que mais o incomodava era o clima de desarmonia que reinava entre seus quatro filhos.
Pensando em dar uma lição importante, ele chamou os quatro para fazer uma revelação importante:
Como vocês sabem, eu estou velho, cansado e creio que não me resta muito tempo de vida.
Por isso, chamei-os aqui para avisá-los que vou deixar todos os meus bens para apenas um de vocês.
Os filhos, surpresos, se entreolharam e ouviram o restante que o pai tinha a lhes dizer:
Vocês estão vendo aquele feixe de gravetos ali, encostado naquela porta?
Pois bem, aquele que conseguir partir ao meio, apenas com as mãos, este será o meu herdeiro.
De início acharam um tanto absurda a proposta, mas pensando no prêmio logo começaram a tentar quebrar o feixe.
Tentaram, tentaram, e por mais esforços que fizessem, nenhum foi bem sucedido no tentame.
Indignados com o pai, que lhes propusera algo impossível, começaram a reclamar.
Este então se colocou em pé, e disse que ele mesmo iria quebrá-lo. Os filhos o fitaram incrédulos.
O velho homem começou a retirar, um a um, os gravetos do feixe, e foi quebrando-os separadamente, até não mais restar um único graveto inteiro.
Voltou o olhar para os filhos e concluiu:
Eu não tenho o menor interesse em deixar os meus bens para só um de vocês.
Eu quero, na verdade, que vocês, juntos, sejam os sucessores do meu trabalho.
Sucessores que trabalhem com garra, dedicação, e acima de tudo, repletos de amor, uns pelos outros.
E disse ainda:
Enquanto vocês estiverem unidos, nada poderá pôr em risco tudo que construí para vocês.
Nada, nem ninguém, os quebrarão. Mas, separadamente, vocês serão tão frágeis quanto cada um destes gravetos.
Dois pedaços de madeira podem sustentar mais peso do que a soma que cada um pode aguentar separadamente.
Da mesma forma, ajudando-nos uns aos outros, mantendo-nos unidos por bons sentimentos, suportaremos muito melhor os impactos que a vida nos apresentará.
A tão presente expressão: Cada um por si, e Deus por todos, precisa desaparecer de nossos valores, de nossa filosofia de vida.
O mundo individualista não tem futuro.
O egoísmo cederá lugar à caridade, ao importar-se um com o outro, à vida em grupo.
As famílias estarão muito mais fortes preparadas para enfrentar desafios, quando unidas.
As organizações terão mais êxito e sucesso, quando cultivarem o espírito de equipe em seu ambiente diário.
As comunidades farão mais conquistas, crescerão mais rápido, quando perceberem que as pessoas juntas têm mais voz, têm mais poder de atuação.
As nações, por sua vez, entenderão que estamos todos juntos, neste globo, por uma causa muito especial:
Juntos evoluirmos, juntos alcançarmos os novos patamares celestes de felicidade.
Um pensamento antigo diz que A união do rebanho obriga o leão a ir dormir com fome...
Tão frágil parece o rebanho, se observarmos as características individuais de cada um de seus membros.
Mas tão forte se faz, quando unido, a ponto de escapar dos maiores predadores.
A força unida é mais forte
(Desconheço autoria)


Quinta-feira, Maio 03, 2012
Deus não tem pressa
Você já se deu conta de que Deus não tem pressa?
A pressa é um dos maiores males dos tempos modernos.
É como se a Humanidade desejasse acelerar os acontecimentos num período de tempo muito curto.
E a educação das nossas crianças não foge à regra.
Quando nosso filho procede com infantilidade aos cinco anos de idade, por exemplo, dizemos: Por que não se comporta como um homenzinho?
Qualquer pessoa sensata sabe que ele não é um homenzinho.
Mas queremos que a criança aja como adulto, não porque seja bom para ela, mas porque é conveniente para nós.
Talvez não porque achemos isso certo, mas porque estamos impacientes.
Roubamos os nossos filhos quando os fazemos atravessar às pressas a infância.
Também a nós logramos porque perdemos a oportunidade de nos deixar contagiar pela sua inocência, sua curiosidade espontânea, sua admiração natural, sua alegria sem restrições.
Muitas vezes, a nossa impaciência impede o desenvolvimento de grandes inteligências e de grandes almas, porque esquecemos de que a assimilação do bem é um processo lento.
Certa vez, um pai perguntou ao Diretor de uma Universidade se o Currículo Escolar não poderia ser simplificado para que seu filho pudesse ir por um caminho mais curto.
Sem dúvida, respondeu o educador. Tudo depende, porém, do que o senhor queira fazer do seu filho.
Quando Deus quer fazer um carvalho, por exemplo, leva cem anos. Quando quer fazer uma abóbora, precisa apenas de três meses.
É comum nos esquecermos de que as engrenagens das nossas vidas estão interligadas com as do Criador.
Assim sendo, como os dentes das engrenagens dos planos de Deus são mais fortes do que os das nossas, quando aceleramos mais que Deus, as nossas se quebram.
E por essa razão, cansamo-nos, despedaçamo-nos.
A natureza nos oferece muitas indicações de que o nosso ritmo alucinado não é normal.
Quando saímos dos lugares superlotados, fugimos dos horários e andamos por entre as árvores que crescem devagar e as montanhas silenciosas que parecem estar sempre tranqüilas, absorvemos um pouco da serenidade e da calma da natureza.
No entanto, não devemos confundir paciência com passividade, inércia, e esperar que tudo seja feito por nós.
Paciência é determinação de começar cedo a empregar o tempo para realizar coisas úteis.
A melhor ilustração de tudo isso pode ser o caso da menina que disse à mãe, logo depois que uma senhora de cabelos brancos saiu de sua casa:
Se eu pudesse ser uma velha assim, tão simpática e tão boazinha, não me importaria de envelhecer.
Está muito bem, respondeu a mãe. Se você quer ser uma velha assim, convém começar desde já, pois ela não ficou assim às pressas.
Pense nisso!
O Sol leva todo o tempo que lhe é necessário para nascer e se pôr. Não é possível apressá-lo.
O gelo no lago se derreterá quando a temperatura do ar for apropriada.
As aves migratórias chegarão e partirão quando estiverem prontas para isso.
Até as invenções, sobre as quais o homem aparentemente exerce absoluto controle, só chegam no tempo próprio, quando a oportunidade amadureceu e a cultura está pronta para recebê-las.
Uma vez mais o Mestre de Nazaré tinha razão ao dizer: Primeiro a erva, depois a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga.
Quis com isso dizer que tudo vem há seu tempo, sem pressa nem desespero.
Pensemos nisso!
(Redação Momento Espirita)


Quinta-feira, Abril 26, 2012
NÃO TER PESO PARA CARREGAR
Sadhu Sundar Singh, um Hindu convertido ao Cristianismo, tornara-se um missionário ao seu povo na Índia.
Atrasado, certa tarde, Sadhu viajava a pé pelo Himalaia com um monge.
Estava terrivelmente frio e o vento era sentido como lâminas agudas cortando a pele em fatias.
A noite se aproximava quando o monge advertiu Sadhu que estavam em perigo
De se congelarem até a morte se não alcançassem o mosteiro antes da escuridão cair.
Repentinamente, num caminho estreito acima de um abrupto precipício, eles ouviram um grito por ajuda.
Ao pé do despenhadeiro estava um homem, caído e muito machucado.
O monge olhou para Sadhu e disse,
Não pare. Deus trouxe este homem ao seu destino.
Deve trabalhar para se salvar.
Vamos nos apressar antes que nós, também, perecemos.
Mas Sadhu respondeu,
Deus me enviou aqui para ajudar meu irmão.
Eu não posso abandoná-lo.
O monge continuou, andando com dificuldade através da neve, enquanto o missionário tentava resgatar o homem.
O ferido tinha a perna quebrada e não podia andar,
Então Sadhu fez uma tipóia com seu cobertor e amarrou o homem às suas costas.
Com grande dificuldade ele escalou o despenhadeiro, agora encharcado por transpiração.
Obstinadamente, Sadhu fez seu caminho através da neve e da escuridão. Não estava fácil.
Mas perseverou embora quase desmaiasse pela fadiga e sobre aquecido pelo esforço.
Finalmente, ele avistou as luzes do mosteiro.
Então, pela primeira vez, Sadhu tropeçou e quase caiu. Mas não de fraqueza.
Tinha tropeçado em um objeto caído na estrada coberta de neve.
Lentamente abaixou-se e escavou o objeto para fora da neve.
Era o corpo do monge, congelado até a morte.
Anos mais tarde um discípulo de Sadhu lhe perguntou,
Qual a tarefa mais difícil da vida?
Sem nenhuma hesitação, Sadhu respondeu:
Não ter nenhum peso para carregar.
(Tradução: Sergio Barros)


Sexta-feira, Abril 20, 2012
A pescaria mais importante da minha vida
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais junto ao chalé da família, numa ilha no meio de um lago de New Hampshire.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas ele e o pai saíram no fim da tarde para pegar peixes-lua e percas, cuja pesca era liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água.
Logo as ondulações se tornaram prateadas por causa do efeito da Lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, soube que havia algo enorme do outro lado da linha.
O pai olhava com admiração enquanto o garoto habilmente arrastava o peixe ao longo do cais.
Finalmente, com muito cuidado, ele levantou o peixe exausto da água.
Era o maior que já tinha visto, mas era um dos peixes cuja pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para frente sob a luz da lua.
O pai acendeu um fósforo e olhou o relógio.
Eram dez da noite – faltavam duas horas para a abertura da temporada.
O pai olhou para o peixe, depois para o menino.
Você tem de devolvê-lo, filho – ele disse.
Mas, papai! – reclamou o menino.
Vai aparecer outro peixe – disse o pai.
Não tão grande como este – choramingou o filho.
O menino olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou barcos visíveis ao luar.
Olhou novamente para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, o garoto sabia, pela clareza da voz do pai, que a decisão não era negociável.
Devagar tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
A criatura movimentou rapidamente seu corpo poderoso e desapareceu.
O menino desconfiou que jamais veria um peixe tão grande como aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos.
Hoje, aquele garoto é um arquiteto de sucesso em Nova York.
O chalé de seu pai ainda está lá, na ilha do meio do lago, e ele leva seus filhos e filhas para pescar no mesmo cais.
E ele estava certo. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite, há tanto tempo.
Mas ele sempre vê o mesmo peixe – repetidamente – todas as vezes que se depara com uma questão de ética.
Porque, como seu pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado.
Apenas a prática da ética é que é difícil.
Agimos corretamente quando alguém está olhando?
Nós nos recusamos a passar por cima de regras para conseguir entregar o projeto a tempo?
Ou nos recusamos a negociar ações com base em informações que sabemos que não devíamos ter?
Faríamos isso se nos tivessem ensinado a devolver o peixe para a água quando éramos jovens.
Porque teríamos aprendido a verdade.
A decisão de fazer a coisa certa está vívida em nossas lembranças.
É uma história que contaremos com orgulho a filhos e netos.
Não é uma história sobre como tivemos a oportunidade de derrotar o sistema e a aproveitamos, mas sobre como fizemos a coisa certa e ficamos fortalecidos para sempre.
(Tradução de Sergio Barros do texto de James P. Lenfestey)


Quarta-feira, Abril 11, 2012
SOMOS UM LIVRO
O Universo é uma imensa livraria.
A Terra é apenas uma de suas estantes.
Somos os livros colocados nela.
Da mesma maneira que as pessoas compram livros, apenas pela beleza da capa, sem pesquisarem o índice e conteúdo do mesmo,
muitas pessoas avaliam os outros pela aparência externa, pela capa física, sem considerarem a parte interna.
Outras procuram livros com títulos bombásticos, sensacionalistas histórias de terror ou romances profundos.
Também é assim com as pessoas: há aquelas que buscam sensacionalismos
baratos, dramas alheios ou apenas um romance profundo ou rasteiro.
Somos homens-livros lendo uns aos outros.
Podemos ficar só na capa ou aprofundarmos nossa leitura até as páginas vivas do coração.
A capa pode ser interessante, mas é no conteúdo que brilha a essência do texto.
O corpo pode ter uma bela plástica, mas é o espírito que dá brilho aos olhos.
Também podemos ler nas páginas experientes da vida muitos textos de sabedoria.
Depende do que estamos buscando na estante.
Podemos ver em cada homem-livro um texto-espírito impresso nas linhas do corpo.
Deus colocou sua assinatura divina ali, nas páginas do coração, mas só quem lê o interior descobre isso.
Só quem vence a ilusão da capa e mergulha nas páginas da vida íntima de alguém, descobre seu real valor, humano e espiritual.
Que todos nós possamos ser bons leitores conscientes.
Que nas páginas de nossos corações, possamos ler uma história de amor profundo.
Que em nossos espíritos possamos ler uma história imortal.
E que, sendo homens-livros, nós possamos ser leitura interessante e criativa nas várias estantes da livraria-universa, pois somos homens-livros!
A capa amassa e as folhas podem rasgar.
Mas, ninguém amassa ou rasga as idéias e sentimentos de uma consciência imortal.
O que não foi bem escrito em uma vida poderá ser bem escrito mais a frente, em uma próxima existência ou além.
Mas, com toda certeza, será publicado pela editora da vida, na estante terrestre ou em qualquer outra estante por aí.
(Autor desconhecido)


Quinta-feira, Março 22, 2012
OUTONO
O renovar das estações é necessário à natureza,
assim como o renovar da esperança em nossos corações...
Que nossas almas possam refletir a paz do universo
como o reflexo das árvores
numa tarde límpida de outono...
Folhas de outono...
Nas árvores, nos ares, no chão.
Folhas de outono em sua derradeira e incomparável glória,
exalando um aroma adocicado, de flutuante despedida.
O arvoredo transpira as carícias dos ninhos,
e o vento a cirandar na curva das estradas
eleva o folha réu no espaço em redemoinhos...
Há um córrego a levar as folhas secas em bando...
- e à aragem que soluça entre as ramas curvadas,
parece que o arvoredo em coro está chorando!...
(J.G.Araujo Jorge)
A folhinha, finalmente, repousa sobre o chão.
De repente, não a percebo mais; ela misturou-se aos infinitos outros pontos amarelos do chão de outono...
entregou-se a seu inevitável destino de participar do processo de transformação da natureza,
para um dia retornar em alguma paisagem,como a lembrar-me que...
...a vida se move em ciclos
de fazer e desfazer,
que sentimentos arrefecem,
que ardentes paixões acabam,
que toda glória é efêmera...
mas que os ciclos favorecem
o renascer da esperança -
– e esse, sim, é duradouro...
é eterno em todos os corações humanos...
(Oriza Martins)


Domingo, Fevereiro 26, 2012
FORMAÇÃO PARA A VIDA
Reinaldo era um jovem príncipe, herdeiro de um grande reino.
Toda manhã, ao despertar, recebia uma lista de tarefas que devia cumprir.
Tarefas que o deixavam muito zangado, porque iam desde limpar os seus sapatos e vestes reais, organizar brinquedos e jogos, até lavar e escovar seu cavalo e organizar o seu quarto.
Embora não gostasse, em respeito a seu pai, o rei, ele obedecia.
Mas não deixava de ficar olhando as terras e os campos infindáveis que pertenciam à sua família.
Também os rebanhos, palácios e os súditos.
No palácio, onde vivia, existiam muitos criados prontos para executar todas as tarefas.
Por isso mesmo é que o príncipe não entendia porque ele mesmo tinha que limpar os seus sapatos.
Certo dia, ele foi convidado a visitar um pequeno reino para conhecer um príncipe de sua idade, com o intuito de estreitar amizade.
O contato com o herdeiro daquele reino fez Reinaldo pensar ainda mais em como ele era injustiçado.
É que aquele príncipe tinha a seu serviço três servos.
Até o banho era preparado por um deles.
Nada de tarefas a cumprir.
Era só dar ordens.
Quando regressou para sua casa, Reinaldo foi logo falar com seu pai:
Não entendo, disse ele, porque o senhor faz isso comigo.
Sou seu único filho e herdeiro.
Por que devo cumprir tarefas?
Devo ser motivo de risos entre todo o povo.
Vi hoje, no reino vizinho, o que um verdadeiro herdeiro deve fazer: somente dar ordens.
O rei, paciente, perguntou ao filho:
Como era o reino que você visitou?
Era grande como o nosso?
É claro que não, pai.
É muito menor que o nosso, mais pobre, tem menos súditos e o castelo real é dez vezes menor que o nosso.
Veja bem, pai: se num reino pobre, o príncipe pode ter três criados para servi-lo, porque eu, num reino tão rico, devo fazer trabalho de criado?
Pois é, meu filho.
Saiba que há anos atrás, o reino vizinho era vinte vezes maior do que o nosso. Nós crescemos, fomos ampliando e o reinado vizinho foi perdendo território.
Seu avô sempre me dizia: "se você não pode sequer limpar os próprios sapatos, como poderá cuidar de todo um reino?
Se você não é capaz de organizar seu próprio quarto, como irá governar todo um povo?"
As tarefas simples, Reinaldo, nos educam, nos preparam para executar as maiores.
Para comandar é preciso saber fazer.
Até mesmo para exigir qualidade.
Se você nunca lavou as próprias vestes, como saberá se o outro as lavou bem? Apenas aceitará o que lhe entregam, da forma que vier.
Os seus antepassados foram comprando as terras do reino vizinho, que as perdeu por não saber administrar.
Talvez falte ensinar aos príncipes herdeiros lições de humildade, da importância do trabalho simples, diário.
O que me diz filho amado?
O menino pensou um pouco, e declarou:
Digo que tenho uma lista de tarefas para executar agora, e começarei limpando os sapatos que se sujaram de lama pelo caminho.
Não permita que seu filho se torne um incapaz, em razão do descaso em sua educação.
Não o prepare para os tempos de facilidade e abastança, mas para os dias de necessidade e carência, de modo que a incapacidade não o mutile.
Preparem-o na arte de auxiliar, de prestar colaboração, todos os dias.
Logo mais, ele andará sem você pelos caminhos do mundo.
Ensine-o a andar com seus próprios pés, seguro e confiante.
(Redação Momento Espírita)


Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012
FRÁGEIS MOMENTOS
Uma viagem de duas horas de trem com cinco crianças pequenas pode ser um sofrimento.
Naquele feriado, convencida por meu marido, eu levava as crianças para visitar meus pais em outra cidade.
Enquanto as crianças mais velhas se distraiam com livros e lápis de colorir e o bebê dormia em meu colo,
eu olhava, com apatia, pela janela do trem.
Não sei a razão, mas me parece que os trens sempre passam pelas áreas mais miseráveis das cidades
E a fealdade e pobreza que eu via pelas janelas acentuavam o desespero que eu sentia.
Meu marido estava doente e ficaria no hospital por muito tempo.
Eu estava solitária e ressentida por ter que aceitar suporte da assistência social.
Lá fora eu vi outro assentamento de barracos, com lixo e entulho por todos os lados.
Nenhuma cortina nas janelas. Crianças sujas brincando na lama.
Notei algo vermelho na frente de um barraco perto dos trilhos.
Era uma toalha vermelha e branca sobre uma pequena mesa colocada naquilo que não se poderia imaginar
Em meio a tanta desordem: um pequeno jardim com rosas vermelhas.
Sentado à mesa, estava um homem comendo uma perna de frango e à seus pés havia uma melancia.
Como o trem passou lentamente, o homem sorriu e acenou como que a nos desejar um feliz feriado.
Repentinamente, pensei em minha casa limpa numa boa área da cidade; a força e direção de um marido bondoso e sábio;
Minhas crianças saudáveis; pais adoráveis; os amigos que ficaram ao meu lado quando problemas vieram.
Pensei nas novas drogas e nos médicos que trabalhavam para restaurar a saúde de meu marido que então poderia voltar a estar conosco...
Deus me deu todas estas bênçãos, mas eu vinha pensando só no que eu não tinha.
Estranho... Engraçado... Estúpido... Não sei. Mas coisas tão corriqueiras como uma melancia e algumas rosas,
Fizeram-me lembrar que Deus nos dá a força necessária para enfrentar qualquer problema que tenhamos.
Ofereço uma oração de gratidão por perceber que uma impressionante mudança ocorreu quando alguém se dedicou
A sorrir acenar amavelmente e plantar rosas onde as outras pessoas só deixam lixo.
(Tradução de SergioBarros
do texto de Marylyn J. Feller)


Sexta-feira, Janeiro 20, 2012
Perguntas
Perguntei ao mar que estava tranquilo e sereno:
De onde eu vim?
Ele me respondeu que assim como as ondas que vão e vem,eu também já estive aqui várias vezes e como o próprio mar
eu nasci como pequeno fio d'água e fui me transformando em riacho,me juntei a outros fios d'água
e virei um rio que um dia vai se encontrar com o mar,pois todos nós viemos e voltaremos para o mesmo Criador.
Perguntei ao vento que suavemente tocou o meu rosto:
Para onde eu vou?
O Vento respondeu que eu deveria seguir sempre em frente, mas avisou que durante o meu caminho
eu iria encontrar montanhas difíceis de transpor, outras correntes mais fortes e fenômenos
da natureza que nem sempre me seriam favoráveis.
Com todas as dificuldades o meu caminho é seguir em frente sempre,
que não iria me faltar ajuda nessa caminhada e no fim da estrada eu encontraria o meu destino.
Perguntei ao pássaro que ali passava:
Com o que eu deveria me preocupar para ser feliz?
Ele me respondeu que deveria ser com o dia de hoje.
Que o dia de ontem não poderia ser modificado e o mesmo nos serviria como placa indicando um caminho.
Lembrou-me que o amanhã pode não chegar e carregar nossos planos.
Carregue apenas o que puder levar na grande viagem, seu caráter, sua doçura, seu esforço,
sua capacidade intelectual e sua moral.
Perguntei então a grande nuvem no céu
Para onde eu iria depois da minha jornada?
Ela me respondeu que todos os dias, nós construímos uma escada com nossos atos e pensamentos.
Essa escada é exatamente do tamanho do lugar que podemos e merecemos alcançar.
Quanto mais o bem você fizer, mais alto te levará essa escada, disse a nuvem com sabedoria.
Eu olhei de novo para o céu,
e parece-me ter visto uma grande mão me acenando,senti-me pequeno diante da grandeza
do Universo,mas, enorme diante da bondade de Deus.
E foi assim que eu aprendi a construir e viver um dia de cada vez e assim, a vida fica mais leve e feliz.
(Paulo Roberto Gaefke)


Quinta-feira, Janeiro 05, 2012
A MENINA E O TEMPO
Ela caminhava sem perceber a beleza daquela estrada.
Arvores com tons variados de verde, plantas de várias espécies, e flores de um colorido vibrante ornamentavam o caminho, o sol quente havia dado uma trégua, a temperatura estava fresca naquela manhã, mas a menina estava imersa em pensamentos, quando parou por alguns instantes e olhou para trás.
Viu o seu corpo atravessando o tempo, e constatou que sua alma ainda carregava os mesmos sonhos de antes. Mas agora os seus passos estavam mais lentos, e ela se perguntava se ainda teria tempo para dividir os seus sonhos com alguém.
Quem aceitaria caminhar ao seu lado, trazendo na bagagem outros sonhos tantos, que se misturariam com os sonhos dela, e ambos dividiriam a tarefa de transformar a soma desses sonhos em realidade?
Neste momento, ela ouviu um assovio vindo de longe, chegando aos seus ouvidos, de mansinho, assim como quem canta uma canção ao vento.
Ela olhou para a frente, e viu nitidamente o tempo passando por ela, e lhe acenando. Ela acenou de volta.
O tempo percebeu, admirado, que ela o via. Então ele parou, olhou para a menina e lhe falou:
- Você é a menina que carrega sonhos... seus pensamentos me trouxeram até aqui.
Ela disse ao tempo: Eu, menina? Sem ironia, ok?
O tempo, sem perder tempo, respondeu:
Menina sim... uma menina que caminha há 48 anos, mas com o mesmo coração dos 20, e das mais sonhadoras...
Continue caminhando sem olhar para trás! Seja firme! Não pare.
Ela argumentou:
Como posso continuar caminhando, se carrego tantos sonhos comigo?
Percebe como meus passos ficam mais lentos, a cada sonho sonhado?
Ta difícil caminhar, mas não posso abandonar os meus sonhos, sinto o peso deles, não tenho com quem dividi-los... e eu...
O Tempo a interrompeu:
Deixe esta tarefa de carregar sonhos para mim!
Eu carrego os sonhos de todo o mundo!
Fique tranqüila menina, os sonhos são imortais, são feitos de matéria indestrutível.
Pressupõe-se que sua caminhada ficará mais leve, me entregue os seus sonhos.
eu os levarei comigo, os guardarei para você,
e a menina os terá novamente, mas em um outro tempo...
Então a Menina entregou todos os seus sonhos para o tempo.
E o tempo passando, se foi.
Agora ela caminhava leve, mas começava a sentir uma sensação estranha... um vazio...
Desanimada, parou na margem da estrada, olhou para os lados, foi quando percebeu que a paisagem mudou, e ela nem sabia para onde iria...
A resposta veio imediata: Para quem não carrega sonhos, qualquer lugar serve...
O horizonte, antes colorido, tornou-se preto e branco. As cores fugiram de sua estrada... foram-se com os sonhos. O Azul Céu, o Vermelho Paixão, o Rosa Amor, o Amarelo Alegria.
Fugiram também, o sabor e a cor dos caramelos.
O perfume da vida foi junto. Um tem tudo a ver com o outro:
Sonhos, cores, caramelos e perfumes.
(Do universo das cores, só restou o verde dos seus olhos a refletir o que ela não entendia)
Chegou a noite e no gramado cinzento ela deitou e adormeceu. Teve sonhos que lhe falavam sobre a importância de cada pessoa carregar os seus sonhos, mesmo que fossem sonhos antigos, que nunca poderiam se realizar.
O peso de perder os sonhos era maior que o peso de carregá-los.
Dormindo, ela entendeu que os sonhos não precisam ser realizados, basta que existam. Precisam existir para preencher vazios.
Sonhos são companheiros de estrada. Existem para colorir a vida. É toda a beleza dos dias.
Ela acordou com os primeiros raios de sol, estava feliz, havia entendido o que precisava entender...
Sentia uma necessidade imensa de sonhar novos sonhos e carregá-los consigo, pelo mesmo caminho, até o fim da estrada.
As cores voltavam suavemente, agora ela já tinha o primeiro sonho para carregar: a vontade de sonhar novamente. (talvez, por isso, o verde nunca sairá dos seus olhos...)
(Lisie Silva)


Sexta-feira, Dezembro 16, 2011
AS JANELAS DOURADAS
O menino trabalhava duro o dia todo, no campo, no estábulo e no galpão, pois seus pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar um ajudante.
Mas quando o sol se punha, seu pai deixava àquela hora só pra ele.
O menino subia para o alto de um morro e ficava olhando para o outro morro, alguns quilômetros ao longe.
Nesse morro distante, via uma casa com janelas de ouro brilhante e diamantes.
As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele piscava. Mas, pouco depois, as pessoas da casa fechavam as janelas por fora, ao que parecia, e então a casa ficava igual a qualquer casa comum de fazenda.
O menino achava que faziam isso por ser hora do jantar; então voltava para casa, jantava seu pão com leite e ia se deitar.
Um dia, o pai do menino chamou-o e disse:
- Você tem sido um bom menino e ganhou um feriado. Tire esse dia para você, mas lembre-se de que Deus o deu, e tente usar para aprender alguma coisa boa.
O menino agradeceu ao pai e beijou a mãe.
Guardou um pedaço de pão no bolso e partiu para encontrar a casa de janelas douradas.
Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o estavam seguindo e fazendo companhia.
A sombra também seguia ao seu lado, dançando e correndo como ele desejasse: estava muito divertido.
O tempo foi passando e ele ficou com fome. Sentou-se à beira de um riacho que corria atrás da cerca de amoeiro e comeu seu almoço, bebendo a água clara.
Depois jogou os farelos para os passarinhos, como sua mãe ensinara, seguindo em frente.
Passando um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu ao topo, lá estava a casa.
Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada dourado.
Chegou mais perto e aí quase chorou, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada de ouro nelas.
Uma mulher chegou à porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele queria.
- Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro - disse ele - e vim para vê-las, mas agora elas são só de vidro!
A mulher balançou a cabeça e riu.
- Nós somos pobres fazendeiros - disse -, e não iríamos ter janelas de ouro. E o vidro é muito melhor para se ver através!
Fez o menino sentar-se no largo degrau de pedra e lhe trouxe um copo de leite e um pedaço de bolo, dizendo que descansasse.
Então chamou a filha, da idade do menino; acenou carinhosamente com a cabeça, para os dois e voltou aos seus afazeres.
A menininha estava descalça como ele e usava um vestido de algodão marrom, mas os cabelos eram dourados como as janelas que ele tinha visto e os olhos eram azuis como o céu ao meio-dia.
Ela passeou com o menino pela fazenda e mostrou a ele seu bezerro preto com uma estrela branca na testa; ele contou do seu próprio bezerro em casa, que era castanho-avermelhado com as quatro patas brancas.
Depois, quando já haviam comido uma maçã juntos, e assim se tornado amigos, ele perguntou a ela sobre as janelas douradas.
A menina confirmou, dizendo que sabia tudo sobre elas, mas que ele havia errado de casa.
- Você veio na direção completamente errada! - disse ela. - Venha comigo, vou mostrar a casa de janelas douradas e você vai conferir onde fica.
Foram para um outeiro que se erguia atrás da casa, e, no caminho, a menina contou que as janelas de ouro só podiam ser vistas há certa hora, perto do pôr-do-sol.
- É isso mesmo, eu sei! - disse o menino.
No cimo do outeiro, a menina virou-se e apontou: lá longe, num morro distante, havia uma casa com janelas de ouro brilhante e diamantes, exatamente como ele havia visto.
E quando olhou bem, o menino viu que era sua própria casa!
Logo, disse à menina que precisava ir. Deu a ela sua melhor pedrinha, a branca com listra vermelha, que levava a um ano no bolso.
Ela lhe deu três castanhas-da-índia: uma vermelha acetinada, outra pintada e outra branca
como leite. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira. Desceu o morro, enquanto a menina o olhava na luz do poente.
O caminho de volta era longo e já estava escuro quando chegou à casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as
quase tão brilhantes como as vira do outeiro.
Quando abriu a porta, sua mãe veio beijá-lo, e a irmãzinha correu para abraçá-lo pelo pescoço, sentado perto da lareira, seu pai levantou os olhos e sorriu.
- Teve um bom dia? - perguntou a mãe.
- Sim! - o menino havia passado um dia ótimo.
- E aprendeu alguma coisa? - perguntou o pai.
- Sim! - disse o menino. - Aprendi que nossa casa tem janelas de ouro e diamantes...
(Tradução de Sergio Barros)


Domingo, Novembro 20, 2011
Almofadas no Chão
Você é uma criança e sempre será.
Por mais que os anos lhe pareçam pesos acrescentados à sua bagagem, você nunca se esquecerá de uma caixa de cheia de brinquedos.
Ainda que sua alegria de hoje não seja a mesma dos anos primeiros, jamais lhe será possível esquecer como era sorrir sem medo de ser feliz.
Mesmo que decepções tenham abalado sua confiança nos semelhantes, vez ou outra você se lembrará de alguém pequenino que
há muitos anos lhe deu um beijo todo melado, numa festa de aniversário.
Ainda que muitos amores entrem e saiam de sua vida, as lembranças do primeiro amor em nenhum tempo se apagarão de sua memória.
Depois de alguns fracassos, talvez hoje você creia que é difícil alcançar o sucesso, mas para sempre relembrará o orgulho
que sentiu de si mesmo quando recebeu seu primeiro diploma.
Se hoje, pouco ou nada o surpreende, após tantos revezes, por certo nunca esquecerá a surpresa e
o prazer que sentiu quando descobriu que Papai Noel era o seu papai.
Embora a solidão tantas vezes o assalte em certos momentos você lembrará como era bom ficar sozinho,
falando com seus amigos invisíveis para “gente grande”.
Se hoje, em dias de lazer, em praias ou campos, você se polícia todo o tempo para não sentir-se ridículo,
é bem nesses dias que você recorda como já foi gostoso andar sem vestes, inocentemente, e sem sentir vergonha.
Por mais que o tempo passe, você é uma criança e sempre será.
Agora você está aí, crescido, sofrido, cheio de boas e de más experiências, de vivências que o ajudam a prosseguir,
mas lá no fundo – bem no fundo – você sabe que o alguém que mais tinha a lhe ensinar era a criança que você mandou ficar quieta,
comportada, sentada lá num cantinho, não podendo abrir a boca sem pedir licença.
Seja qual for a sua idade, isso pouco importa à sua criança. É só chamar e ela se aproximará.
Chame-a!
Ria com ela...Brinque com ela...
Ela está louquinha para fazer bagunça e para morrer de rir de você e com você.
Alegre-a! Ela merece!
Você merece!
Não se importe com o que os outros possam pensar, pois eles também são crianças e sempre serão.
Convide-os para um passeio no seu trenzinho elétrico. Talvez eles se neguem a ir, mas um dia se arrependerão.
Ande sem medo de cair. Para crianças Deus coloca almofadas no chão.
(Silvia Schmidt)


Quinta-feira, Outubro 20, 2011
O Caminho para a felicidade
Quando a tristeza toma conta, quando chega sem aviso e nos tira da frente dos olhos o que de belo temos para ver, e se nos rouba os sentimentos e os sorrisos...
Neste momento é chegada a hora de se sentar um pouco...
Sentar em um dos tantos espaços da vida, quietinho, e muito lentamente, trilhar o caminho ao inicio da mágoa, à fonte da tristeza.
E chegando nela, observar muito atentamente, sentir com toda intensidade, conhecer realmente e encarar a razão de frente...
A real razão desta mágoa. E a partir deste momento comece projetar a saída para a VIDA, para a Paz novamente.
Porque lá chegando, no centro desta tristeza, você sempre terá caminhos a escolher.
Você pode escolher permanecer neste espaço de infelicidade, sentir sua vida se esgotando, e carregar com você pessoas que ama que te amam, e precisam de sua ajuda HOJE e SEMPRE.
E passará o que resta de sua vida com uma lágrima nos olhos e uma grande e pesada mágoa vedando seu coração.
Mas você pode perceber que existe um caminho mais difícil denegrindo, muito mais fácil de percorrer...
Você pode tentar se erguer e dar o primeiro passo para a PAZ.
Porque sua tristeza pode ser imensa, mas com certeza você tem por perto uma, talvez pequena, Fonte de Felicidade.
Se dê uma chance e se entregue a esta pequena alegria, deixe que um amigo, se aproxime de você, receba o beijo carinhoso de alguém que precisa de você.
E se além de imensa, tua tristeza é irreparável, sem chance alguma de sair de uma vez de sua vida, mesmo assim, não desista.
Guarde em seu coração o sentimento que esta tristeza cria em você.
Não fuja disto!
Enfrente isto!
Você vai então perceber, que seu coração é imenso...
Como é grande este nosso coração...
Porque mesmo com aquela tão nossa conhecida tristeza ocupando nele seu espaço, ainda assim, existe outro espaço infinito, e quantos e quantos momentos de felicidade podem ainda se aninhados dentro dele.
E, apesar de serem "momentos" de felicidade, de não serem nem sempre eternos, a lembrança desta felicidade permanecerá eternamente contigo.
Valorize cada uma destas lembranças.
Logo nos teus primeiros passos em direção a um amigo, você com certeza vai receber um sorriso.
GUARDE-O CONTIGO!
Quem sabe você, receberá um olhar afetuoso, um afago no rosto, um cheiro de flor, um carinho de criança...
Guarde tudo isto em teu coração!
Cada pedacinho de felicidade te dará força e coragem para mais um passo.
Porque a VIDA é assim... Ou você se deixa escorregar fácil e displicentemente pelas tristezas, ou você constrói a cada dia e a cada minuto, o SEU espaço quente e aconchegante de FELICIDADE!
ACREDITE!
É muito importante que você "SE SINTA FELIZ!"
(Autor desconhecido)


Sexta-feira, Outubro 07, 2011
Comprometa-se!
Quanto mais você aceitar tanto seu lado bom quanto o ruim, tanto menos crítico será para com as pessoas que o cercam.
Se estivermos dispostos a agir de forma honesta, cada relacionamento pode tornar-se um espelho.
Quando reagimos com irritação desproporcional ao comportamento de outra pessoa, isso normalmente acontece porque tal atitude espelha algo que não queremos perceber em nós mesmos
Ao identificar e aceitar as múltiplas facetas de sua natureza, você estará se capacitando a aceitar com maior facilidade as pessoas e, portanto, a viver mais em paz consigo e com as pessoas que importam em sua vida.
Sob uma perspectiva espiritual, a meta do amor consiste em enxergar você no outro e o outro em você.
Este estado de consciência unificadora é a expressão da divindade na humanidade.
Ao se sentir confortável dentro de si, seu contentamento interior ajuda naturalmente aqueles que estão ao seu redor a se sentirem mais confortáveis.
Um coração repleto de compaixão transmite a mensagem:
“Reconheço você... Conheço você... Aceito você.
Você pode assumir um risco, indo além de seus limites normais, mas isso significa mover-se para fora de sua zona de segurança... Vale à pena.
Abraçar o desconhecido nos oferece nossa maior oportunidade de crescimento pessoal, enquanto desperta nossos maiores temores.
Quando você se apaixona torna-se uma pessoa diferente... Existem vários tipos de relacionamentos apaixonantes...
O amor expande nosso sentido de nós mesmos, algo que, uma vez expandido, jamais retorna a seu tamanho original.
Uma vida desfrutada em amor é a única vida que vale a pena.
Como citado em Coríntios, sem amor, o conhecimento e a caridade são vazios.
Entre a fé, a esperança e o amor, o amor é maior. Comprometa-se a amar sob todas as suas expressões.
Mesmo depois de tanto tempo, o sol nunca diz para a terra, “você me deve”.
Veja o que acontece com um amor como este, Ele ilumina o céu inteiro.
Libertar-se de hábitos exige atenção focada e força de vontade
Os hábitos preenchem necessidades.
Para abandonar um comportamento indesejável, você deve substituí-lo por um que o gratifique.
À medida que você trouxer para o seu cotidiano influências que apóie seu bem estar emocional e físico, o alívio temporário que seu antigo hábito lhe oferecia será substituído por conforto e harmonia duradouros.
Procure relacionamentos e comunidades que reforcem seu compromisso de adotar escolhas que promovam a vida.
Somos a soma das escolhas que fizemos.
Lembre-se a cada momento: todo mundo faz seu melhor, com base em seu atual estado de consciência.
Das amebas unicelulares aos seres humanos com trilhões de células, a dança da vida inclui a alternância entre pausa e o movimento.
A vitalidade e o entusiasmo são frutos de uma vida em harmonia com os ritmos da natureza.
(Citação do livro Comprometa-se de autoria de David Simon)

